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Estado de Minas RETROSPECTIVA

12 imagens e assuntos que marcaram os últimos meses em Brasília

Em 2017, quando chegou a 3 milhões de habitantes, Brasília comemorou 30 anos do título de Patrimônio da Humanidade, em meio à escassez de água. O Correio escolheu 12 imagens e assuntos que marcaram os últimos meses


postado em 31/12/2017 08:00

Oscar Niemeyer costumava dizer que a vida é um sopro. Se estivesse vivo, o arquiteto que trabalhou na construção de Brasília se surpreenderia com a ventania que transformou a capital federal no lar de mais 3 milhões de pessoas. Ao ser idealizada, estimavam-se 500 mil pessoas em 2000, número alcançado quase 30 anos antes. Em 2017, a população — que segundo boletim da Organização das Nações Unidas (ONU), é a 16ª com maior desigualdade social do mundo — se uniu por objetivos comuns.

O brasiliense nunca olhou tanto para o céu na expectativa de chuva. E poucas vezes foram vistos tantos protestos, sejam em redes sociais ou nas ruas, pedindo por Justiça contra atos violentos. Mas, mesmo em um ano marcado por crises na economia e na política, o Correio nunca deixou de ter brasilienses com histórias e atitudes solidárias para preencher nossas páginas com esperança.

Ao pensar em 2017, várias imagens ficarão marcadas na cabeça do brasiliense. Seja no jornal impresso ou em frente a tela de um smarthphone, a população acompanhou histórias dignas de uma cidade tão grande quanto Brasília se tornou. Casos como o sequestro de um bebê no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) ou latrocínios (morte com roubo) no coração da capital não só preencheram manchetes do Correio, como se tornaram assuntos discutidos em lares tanto da Ceilândia quanto do Lago Sul.

Para relembrar o ano, escolhemos 12 imagens que mostram que, mesmo mantendo a concepção urbanística da Brasília de Lucio Costa, a capital continua se renovando e construindo, diariamente, uma nova história.
 
Ver galeria . 12 Fotos A crise hídrica que começou a atingir o Distrito Federal em 2016 se intensificou e, neste ano, o brasiliense teve que conviver com a corte no abastecimento de água uma vez a cada seis dias. O que parecia uma ação emergencial perdura por quase um ano. O saldo dos primeiros 11 meses de racionamento foi uma redução em 16% no consumo de água no Distrito Federal, além da mudança nos hábitos de consumo da população. Sem as chuvas, o reservatório do Descoberto, responsável pelo abastecimento de quase 2 milhões de pessoas, chegou a 5% do volume total em novembro. E a possibilidade de o racionamento ser ampliado para dois dias foi cogitada e estudada. Para 2018, a expectativa é de uma crise ainda maior, e o racionamento ainda não tem previsão para chegar ao fim.Breno Fortes/CB/D.A Press - 10/10/17
A crise hídrica que começou a atingir o Distrito Federal em 2016 se intensificou e, neste ano, o brasiliense teve que conviver com a corte no abastecimento de água uma vez a cada seis dias. O que parecia uma ação emergencial perdura por quase um ano. O saldo dos primeiros 11 meses de racionamento foi uma redução em 16% no consumo de água no Distrito Federal, além da mudança nos hábitos de consumo da população. Sem as chuvas, o reservatório do Descoberto, responsável pelo abastecimento de quase 2 milhões de pessoas, chegou a 5% do volume total em novembro. E a possibilidade de o racionamento ser ampliado para dois dias foi cogitada e estudada. Para 2018, a expectativa é de uma crise ainda maior, e o racionamento ainda não tem previsão para chegar ao fim. (foto: Breno Fortes/CB/D.A Press - 10/10/17 )
 
 
 

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