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Estado de Minas

É possível restaurar a Ponte do Bragueto, diz diretor do DER

Henrique Luduvice defende a reforma do viaduto que liga a Asa Norte ao Lago Norte sem necessidade de demolição. Moradores dos dois bairros pedem providências para a ponte, na mira do do TCDF desde 2011


postado em 07/02/2018 15:30 / atualizado em 07/02/2018 15:58

Diretor do DER admite previsão inicial de demolição da ponte, listada desde 2011 como um dos pontos onde há necessidade urgente de reparos(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Diretor do DER admite previsão inicial de demolição da ponte, listada desde 2011 como um dos pontos onde há necessidade urgente de reparos (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
 
O diretor geral do DER, Henrique Luduvice, comentou, na tarde desta quarta-feira  (7/2), a possibilidade de demolição da Ponte do Bragueto, durante as obras do Trevo de Triagem Norte. Ele defendeu a permanência da estrutura bem como a análise prévia do viaduto da Galeria dos Estados antes da derrubada das estruturas.

"A Ponte do Bragueto está sendo monitorada constantemente. Já iniciamos as fundações das pontes laterais e, quando estiverem prontas, vamos dar início à circulação nos trechos e à restauração da estrutura mais antiga", explicou.

"Inicialmente, o projeto original era a demolição. Porém, há profissionais que dizem que é possível restaurar. Reforçaríamos as estruturas e a laje serviria de fôrma para a nova ponte. Há uma tendência na engenharia de evitar demolição e economizar recursos públicos", disse.
 
Em abaixo-assinado publicado na internet, um grupo de moradores dos dois bairros cobra providências do GDF sobre a Ponte do Bragueto. O viaduto está na lista de seis estruturas que necessitavam de reforma urgente ainda em 2011, segundo relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). 
 

DER quer evitar demolição do viaduto do Eixão Sul 


Luduvice também falou sobre os riscos de novos desabamentos próximo ao viaduto da Galeria dos Estados. "Nesse caso, os especialistas vão buscar alternativas. Pode ser que tenha alguma demolição, mas pode ser que se consiga manter parte das estruturas, o que será importante para todo o DF", afirmou. 

O diretor geral também mencionou as obras de novas saídas e acessos para garantir a circulação do Eixão mesmo durante a etapa de reconstrução. "Faremos o escoramento e o monitoramento. Após isso, serão feitos os desvios e a intervenção no viaduto. O prazo é o mais rápido o possível", detalhou.

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