ciência e saúde

FDA alerta para constrastes usados em ressonância magnética

France Presse

Publicação: 09/09/2010 21:23 Atualização:

Washington - A agência reguladora americana de alimentos e medicamentos (FDA) emitiu um alerta nesta quinta-feira (9/9) para medicamentos com base em três substâncias utilizados para contraste, que permitem visualizar melhor os órgãos em exames de ressonância magnética, e que podem provocar uma síndrome rara, mas potencialmente mortal.

A FDA indicou que, de hoje em diante, a advertência deve constar nos frascos das substâncias injetáveis Magnevist, Omniscan e Optimark, que contêm gadolinium.

O gadolinium, já conhecido pela toxicidade hepática, é um metal dotado de propriedades magnéticas particulares, que permitem observar melhor os órgãos durante exames de ressonância.

Ele pode desencadear a dermopatia fibrosante nefrogênica, uma esclerodermia sistêmica que afeta, sobretudo, as pessoas que sofrem de insuficiência renal e pode ser fatal.

No alerta, a FDA insiste na necessidade de se examinar os pacientes a fim de determinar, antes da realização de exames de ressonância, se eles sofrem de insuficiência renal crônica.

O Magnevist é comercializado pela Bayer Healthcare; o Omniscan, pela GE Healthcare, e o Optimark, pela Covidien.

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