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Diferentes projetos buscam levar pessoas para morar em Marte Primeiras viagens tripuladas rumo ao planeta podem começar em 2018

Vilhena Soares - --

Publicação: 25/12/2013 09:03 Atualização:

O que um planeta precisa para abrigar vida? Água, atmosfera adequada e temperatura razoável. Até agora, essas características tão valiosas só foram encontradas, reunidas, na Terra. A descoberta, cada vez mais comum, de exoplanetas (corpos que orbitam estrelas diferentes do Sol) aumenta as esperanças de que, um dia, seja possível haver pessoas vivendo em outros mundos. Contudo, o avanço tecnológico e um investimento de soma incalculável podem fazer com que o primeiro endereço alternativo da humanidade seja bem mais perto. Logo ali, a 225 milhões de quilômetros: em Marte.

Depois da órbita terrestre e da Lua, o Planeta Vermelho se tornou o próximo ponto do Universo a ser conquistado. Diferentes projetos, financiados por governos ou por empresas privadas, têm como objetivo fazer com que humanos adotem o mundo vizinho como local de residência. Em alguns casos, como uma iniciativa da Nasa, por um período de dois anos. Em outros, como o projeto privado Mars One, para sempre, sem direito à viagem de volta — e há quem queira ir.

A agência espacial americana planeja levar quatro pessoas em meados dos anos 2030. Para isso, trabalha no desenvolvimento de uma série de tecnologias, que incluem a cápsula espacial Orion, em que viajarão os astronautas; e um novo veículo lançador, com capacidade para transportar de 70t a 105t para além da órbita baixa da Terra, onde fica a Estação Espacial Internacional (ISS). Além disso, é preciso encontrar formas de superar obstáculos como o solo (que cientistas acreditam ser radioativo) e encontrar maneiras de transformar as moléculas de água existentes na superfície em líquido. Também será preciso enviar, antes da viagem, um hábitat para que a tripulação possa morar e trabalhar, além de uma tecnologia a laser para melhorar a velocidade da comunicação, entre uma série de outros detalhes.

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Para Paul Kostek, membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), o maior obstáculo para a Nasa é o financiamento do projeto, algo que, aparentemente, não é um problema tão grande para as iniciativas privadas que buscam objetivos semelhantes. No entanto, ele diz, poucos contam com os recursos humanos da agência. “O desafio para a Nasa será o financiamento para a missão ser concluída, mas uma de suas grandes vantagens é a experiência de suas equipes, que são bem maiores do que outros projetos, que têm capital financeiro, mas não possuem profissionais especializados”, avalia.

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