Cálculos apontam que existiu vida fora da Terra, mas já está extinta

Estimativa indica ser muito improvável que, em todo o Universo, apenas a Terra tenha abrigado uma civilização tecnológica. Os cálculos, no entanto, apontam que a maior parte desses povos surgiu no passado e já está extinta

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postado em 15/05/2016 08:10


“Ô, ô, seu moço do disco voador. Me leve com você, pra onde você for.” É bem possível que hoje alguém ainda torça por um resgate alienígena, como fazia, décadas atrás, o músico Raul Seixas na canção S.O.S. Para aqueles convencidos de que vale a pena arriscar a vida em outro planeta, pesquisadores norte-americanos têm uma boa notícia: a chance de a humanidade estar sozinha no Universo é de uma em 10 bilhões de trilhões. O otimismo, porém, deve ser comedido. As civilizações inteligentes podem estar distantes demais para conseguirem chegar à Terra — e algumas podem até ter sido extintas.

As conclusões são dos pesquisadores Adam Frank e Woodruff Sullivan, das Universidades de Rochester e Washington (USA), respectivamente, que apresentaram na revista Astrobiology um cálculo pelo qual estimam a quantidade de civilizações avançadas que provavelmente se desenvolveram ao longo da história do Universo observável. A base foi a equação de Drake, desenvolvida em 1961 pelo astrofísico americano Frank Drake para realizar o mesmo cálculo para a Via Láctea.

O método de Drake, contudo, esbarrava em três grandes incertezas: quantas estrelas podem abrigar vida, quantas vezes a vida pode evoluir para civilizações inteligentes e quanto tempo as culturas sobrevivem até se extinguirem. “Graças ao telescópio espacial Kepler, da Nasa, e a outras pesquisas, hoje sabemos que cerca de um quinto das estrelas têm planetas em zonas habitáveis, onde as temperaturas podem suportar vida como a que conhecemos. Portanto, uma das três grandes incertezas foi esclarecida”, diz Adam Frank.

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