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TEVÊ » Filho de Jayme Monjardim será protagonista de nova novela

Publicação: 15/03/2010 17:59 Atualização:

'Eu me joguei de corpo e alma', diz Jayme sobre o teste que realizou para Escrito nas estrelas (Divulgação/Uai)
"Eu me joguei de corpo e alma", diz Jayme sobre o teste que realizou para Escrito nas estrelas
Eram duas da tarde de uma terça-feira de sol quando Jayme Matarazo apareceu na portaria do Projac. Vestindo camiseta branca, jeans e tênis, ele se aproximou da equipe de reportagem, meio tímido: "Vocês estão esperando alguém? Eu sou o Jayme." Ainda pouco conhecido do grande público (isso é uma questão de tempo) e herdeiro de uma das famílias mais tradicionais e ricas do país, o filho de Jayme Monjardim, diretor de Viver a vida, vai encarar seu primeiro protagonista. Será em Escrito nas estrelas, próxima novela das seis, que estreia em 12 de abril.

E não se trata de um protagonista qualquer. Logo no início da trama ele morre e permanece em espírito na novela. Depois de interpretar o pai na minissérie Maysa, em que trabalhava também como assistente de direção, Jayminho, como é chamado, será Daniel, estudante de medicina que sofre um acidente de carro ao conhecer o possível grande amor de sua vida.

Carreira
"Sempre achei que seguiria a carreira do meu pai. Mas atuar na minissérie me fez mudar de ideia. Fiz o teste para a novela de uma forma despretensiosa. Eu me joguei de corpo e alma e foi uma surpresa. Olhei para a Elizabeth Jihn (autora) e o Papinha (Rogério Gomes, diretor) e falei: "Sério? Vocês estão do meu lado? Então vamos lá!", conta. Depois de morto, Daniel vai ser uma espécie de anjo da guarda de Viviane (Nathalia Dill), por quem se encantou em vida. Ela, por sua vez, acabará se apaixonando pelo pai dele, Ricardo, vivido por Humberto Martins. "Não será um triângulo amoroso, no sentido da disputa, mas um triângulo de amor", ressalta o ator, de 24 anos.

Jayme, que ainda estreia nos cinemas em junho no filme A suprema felicidade, de Arnaldo Jabour, faz questão de dizer que os novos caminhos têm sido trilhados por seus próprios passos. "Você pode ter portas abertas por mil e um motivos e é bonito quando você não utiliza delas. Sempre batalhei, tudo que faço é mérito meu. Se for utilizar meu pai algum dia na vida vai ser pelo grande cara e diretor que ele é e não pelas facilidades que ele pode vir a me oferecer", afirma.

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