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| Maria Georgina apresenta seu primeiro livro e já prepara outros |
Há cinco anos, a catarinense natural de Chapecó, Maria Georgina Schaeffer, teve um sonho revelador. Nele, Maria se via como uma índia velha, que encontrava com seus antepassados indígenas e alemães. A partir dessa noite, se tornaria uma poetisa, e, segundo ela, seus textos jorrariam de percepções e sonhos que teria a partir dali com as pessoas que viviam ao seu redor. "Às vezes, alguém pode passar por mim na rua, e mesmo que eu não a conheça, posso ter um sonho com ela e dali nascer uma poesia", define.
Somado ao material acumulado, a pressão de amigos e familiares que apreciavam o trabalho foi determinante para que a poeta decidisse reunir os textos mais significativos da carreira em sua primeira obra, Percepsonhos de uma sensitiva, distribuída pela editora Thesaurus. O livro, que traz cerca de 160 poesias que ela adjetiva como terapêuticas, será lançado hoje, às 18h30, no restaurante Carpe Diem (104 Sul). "Tenho textos para outras sete obras e já estou trabalhando em dois romances, um baseado em um fato ocorrido com meu pai e outro sobre pessoas excêntricas que conheço", destaca.
A autora, que mora em Brasília há nove anos, diz não ter influências poéticas, mas gosta de destacar seus escritores prediletos, como o nobel de literatura Rabindranath Tagore e Fernando Pessoa. "Não são influências, já que meus poemas vêm prontos por intermédio de sonhos, mas os classifico como referências", explica.
Percepsonhos de uma sensitivaDe Maria Georgina Schaeffer. Editora Thesaurus. Número de páginas: 180. Preço médio: R$ 30. Lançamento hoje às 18h30 no restaurante Carpe Diem (104 Sul).
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