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| A trilogia escrita por Alexandre Callari promete agradar ao leitor, com direito a trilha sonora, complemento na internet e quadrinhos |
Em Zumbis — O livro dos mortos, de Jamie Russel, o autor tem uma teoria bastante interessante sobre os monstros comedores de cérebro não serem tão levados a sério. Segundo o britânico, os mortos-vivos sempre foram relegados a um segundo plano porque não havia uma tradição literária sobre eles. Drácula, Frankenstein e Lobisomem, por exemplo, são celebrados porque se baseiam em lendas ou em clássicos da literatura. Por isso, os zumbis só começariam a ser levados a sério se fossem oficializados em obras.
Essa “tradição” começa a ser escrita no Brasil. E com estilo. Primeiro veio com Areia nos dentes, do gaúcho Antônio Xerxenesky (editado em 2008 pela Não Editora, e reeditado pela Rocco em 2010). Agora, um paulista de Araraquara resolveu entrar pela porta pop do mundo zumbi. No fim do ano passado, Alexandre Callari apostou em uma trilogia para que os mortos-vivos andassem por terras tupiniquins valorizados. Apocalipse zumbi — Os primeiros anos (Editora Évora) é a primeira obra. A segunda deve sair em outubro ou novembro, e a terceira, em 2013. Todas elas acompanhadas por trilha sonora e conteúdo on-line.
Mais: nos próximos dias, Callari lança também os quadrinhos de Apocalipse zumbi, com o objetivo de ser um complemento dos livros, com explicações e detalhes não incluídos nas obras. “Hollywood aposta nisso há muito tempo. Você tem o filme, mas também tem quadrinhos, desenhos, bonecos. É todo um universo do produto”, explica o autor de 35 anos, formado em letras e que, em março, lança no Brasil o livro A branca de neve, com tradução de sete versões do tradicional conto infantil e mais uma do próprio punho, voltado — adivinhem — à temática do terror.
A matéria completa você lê na edição impressa desta quarta-feira (22/2) do Correio Braziliense
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