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Roberta Campos reforça, no terceiro álbum, sua identidade de compositora

Rosualdo Rodrigues

Publicação: 27/07/2012 06:00 Atualização: 26/07/2012 20:41

Quando Roberta Campos lançou o primeiro disco, Para aquelas perguntas tortas, não conseguiu se desvencilhar das comparações a que estão sujeitos os novatos. Parecia, diziam, com Mallu Magalhães. Roberta rejeitou de imediato tais associações. Mas a melhor resposta veio com o próprio trabalho. Diário de um dia, o terceiro álbum, reforça a identidade da artista mineira como compositora — nas nove canções que assina sozinha ou em parceria — e como intérprete — em inéditas de Paulinho Moska, Zélia Duncan/Leoni e Frejat/Guto Goffi/Mauro Sta. Cecília.

“São compositores que me influenciaram e influenciam. Queria mostrar, neste novo álbum, canções de pessoas que admiro. Entrei em contato com eles e foram extremamente gentis em me enviar músicas lindas e inéditas, foi uma soma incrível com as demais canções que eu vinha compondo”, diz Roberta, referindo-se a, respectivamente, Meu nome é saudade, Quem nos dera e Carne na boca, que no disco aparecem em sequência.



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