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Quatro motivos para conhecer o Museu Banco do Brasil, que inaugura hoje

Criado para comemorar os 208 anos da instituição, o museu abre as portas para o público hoje a partir das 10h, no Edifício Tancredo Neves (riscado por Niemeyer), no CCBB

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postado em 12/10/2016 07:00 / atualizado em 11/10/2016 17:43

Alexandre de Paula - Especial para o Correio /

Divulgação/Joana França

1 - Brasil na tela

Obras de Portinari, Di Cavalcanti, Oscar Niemeyer Athos Bulcão, Burle Marx e outros nomes importantes das artes brasileiras estarão à disposição do público para visitação a partir de hoje no Museu do Banco do Brasil. A exposição de estreia, Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania conta, além das pinturas e gravuras, com documentos de valor históricos como cédulas, moedas e mobiliários. Além disso, a exposição apresenta também as consequências dos acontecimentos para o Brasil.

 

2 - História

A ideia é apresentar à população todo o patrimônio histórico e cultural acumulado pelo Banco em 208 anos de existência. “O acervo selecionado para a primeira mostra do Museu Banco do Brasil é apenas um recorte do acervo do banco, reunido ao longo de seus 208 anos. Dessa forma, buscamos selecionar obras que fossem representativas dos eixos conceituais da exposição, que se baseia no tripé: história, cultura e cidadania”, explica Maria Ignez Mantovani Franco, curadora e uma das responsáveis pelo conceito e a organização do museu.

 

3 - Grandiosidade

Com 12 mil metros quadrados, o espaço do museu receberá obras que apresentam momentos históricos do país.  Para Maria Ignez, a iniciativa é uma forma de compartilhar a memória da instituição. “O acervo contém, em sua maioria, obras de arte moderna brasileira, que vão dos anos 1920 a 1980, abrangendo artistas de diferentes regiões do país. A importância da abertura desta coleção ao público é o sentido maior de democratização da cultura”, afirma.

 

4 - Acervo

Para a criação do museu, o patrimônio do Banco foi catalogado. No acervo, estão 1100 obras de artes visuais e decorativas, 35 mil itens com valor histórico, mais de 16 mil títulos de livros, 20 mil registros fotográficos e audiovisuais e 5 mil dossiês, com recortes de jornais, plantas arquitetônicas e outros objetos. Setecentos e vinte e sete artistas têm obras registradas no acervo. Há nomes ligados ao modernismo no Brasil, como Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Candido Portinari, Di Cavalcanti e Guignard. Além deles, figuram também trabalhos mais recentes, como os de artistas da década de 1960, 1970, entre eles Luiz Sacilotto, Danilo di Prete e Rubem Valentim. Trabalhos de mestres da arquitetura ligados à modernização do país no século 20 também estão presentes no museu. Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx são alguns dos nomes que fazem parte do acervo.

 

SERVIÇO  

Museu Banco do Brasil

Exposição de inauguração: Acervos do Brasil – História, cultura e cidadania. A partir de hoje. No CCBB (SCES, Trecho 02, lote 22) Funcionamento: de quarta a segunda, das 13h às 19h. Informações: (61) 3108-7600

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jose
jose - 12 de Outubro às 14:40
quatro não cinco, pra pedir o que tirou do seu bolso a todos esses anos

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