Guilherme Arantes reúne 2,8 mil pessoas para celebrar 40 anos de carreira

Público que compareceu ao Centro de Convenções assistiu a um belo concerto do ícone da música pop brasileira acompanhado pela Orquestra Brasília Sinfônica, sob a regência do maestro Joaquim França

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postado em 15/11/2016 23:28 / atualizado em 15/11/2016 23:40

Sérgio Soares de Souza/Arquivo Pessoal
Guilherme Arantes celebrou 40 anos de carreira junto com 2,8 mil brasilienses que estiveram na noite desta terça-feira (15/11) no auditório master do Centro de Convenções Ulisses Guimarães. O público, predominantemente adulto, assistiu a um belo concerto do ícone da música pop brasileira acompanhado pela Orquestra Brasília Sinfônica, sob a regência do maestro Joaquim França.

Guilherme abriu a apresentação com "Amanhã" e prosseguiu com outro clássico "Brincar de Viver". Durante o show, ele alternou a interpretação de canções com histórias em que contextualizou a criação dessas composições. Falou, por exemplo, que "Brincar de Viver" foi feita para Maria Bethânia, que a transformou num grande sucesso.
 
 
Deu continuidade com outros hits como "Êxtase", "Pedacinhos" e "Coisas do Brasil", uma New Bossa que fez em parceria com Nelson Motta. Quase todas as músicas foram acompanhadas por um coro discreto da plateia, inclusive uma das mais bonitas criações do compositor, "Um Dia, um Adeus". Esta é uma das muitas que ele emplacou em trilhas de novelas. Nesse contexto, a mais conhecida é a canção que inaugurou essa série de hits de Guilherme, "Meu Mundo e Nada Mais", da trilha de "Anjo Mau". Quando ele intrepretou essa música, Arthur, uma criança de 5 anos, filho de um dos produtores do concerto, foi levado ao palco. Explica-se: ele sabia a letra da música e chegou a dividir a interpretação com Guilherme, que o tempo todo usou os teclados nos acompanhamentos.
 
Sérgio Soares de Souza/Arquivo Pessoal
 
 
O cantor deixou para a parte final os maiores clássicos de sua obra, entre os quais "Cheia de Charme", que ele explicou ter sido composta inspirada em "My Sweet Lord", de George Harrison. Na parte final, ele se alongou ao falar da criação do que é considerado o seu mantra, "Planeta Água". No bis, Guilherme levou a plateia a ficar de pé e muita gente foi para a frente do palco para fazer coro com ele e também dançar em "Lindo Balão Azul".
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