Evanescence se apresenta hoje em Brasília prometendo sucessos da carreira

'É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados e é sempre uma ocasião especial', afirmou Amy Lee ao Correio

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Divulgação/Objetiva

Quem foi adolescente no início dos anos 2000 provavelmente será incapaz de negar que a música pesada e sentimental do Evanescence foi trilha sonora de alguns momentos daquele tempo. O vocal de Amy Lee e o som distorcido das guitarras embalaram a juventude de muita gente. A banda americana, que volta agora às turnês, toca em Brasília hoje (20/4), no NET Live.


A relação do Evanescence com o Brasil é muito grande. Os fãs do país nunca deixaram de acompanhar a banda e declarar a paixão pelo grupo nas redes sociais, por exemplo. “Eu acho que grande parte dos nossos fãs são brasileiros, e sinto que o Brasil é o número 1. Quando eu entro na internet, no Twitter, Facebook, Instagram, pelo menos metade das coisas que eu leio está em português”, diz a vocalista Amy Lee, em entrevista ao Correio.

A paixão dos fãs, garante a cantora, é uma motivação muito forte e dá energia para as turnês. “É sempre empolgante ter uma turnê na América do Sul, porque nossos fãs são apaixonados e é sempre uma ocasião especial, porque nós não vamos sempre. Então, quando vamos, é como uma grande festa”, destaca.

Com mais de 15 milhões de cópias vendidas mundo afora e dois Grammy no currículo, a banda já esteve em outras cinco oportunidades no país  e apresentou sucessos da carreira, como Bring me to life, My immortal e Call me when you’re sober.

Amy Lee garante que a banda está melhor do que nunca e que a turnê terá os melhores shows da carreira. “Estou muito empolgada para mostrar o novo setlist. Temos uma nova guitarrista, Jen, e a gente gosta muito de tocar juntos e vamos tocar músicas que não tocamos há um tempo e que os fãs sempre pedem”, revela.

O grupo deve tocar também, além dos sucessos, algumas canções menos conhecidas, já que lançou em fevereiro uma coletânea com o lado B. Chamado de Lost whispers, o álbum fez parte da caixa The ultimate collection, que relançou os discos Origin (2000), Fallen (2003), The open door (2006) e Evanescence (2011).

Até por causa da caixa, Amy Lee conta que teve que rever trabalhos antigos e se diz satisfeita com o que ouviu. “Bom, eu tive que voltar e ouvir tudo começando pelo Origin recentemente. Na verdade, é muito legal ser capaz de voltar no tempo e ver tudo que eu já fiz naquele período e me sinto muito orgulhosa. Eu definitivamente consigo ver minha evolução do começo até o fim e eu estou muito orgulhosa de estar onde eu estou agora”, lembra.

Novidades de Evanescence


Muita coisa mudou na carreira da vocalista Amy Lee desde que o Evanescence começou. O fato de ter sido mãe, por exemplo, gerou um inusitado álbum de canções infantis. Além disso, ela se dedicou a trabalhos solo.

As mudanças, assegura Amy, foram positivas e fizeram parte de um processo de evolução. “É muito inspirador ser capaz de fazer muitas coisas diferentes, nos dois últimos anos especialmente. Eu tive meu filho em 2014 e na verdade eu fiz muitas músicas enquanto estava grávida. Lancei um álbum de trilha sonora que não decolou totalmente, mas é muito bom ser capaz de mostrar diferentes lados do que eu posso fazer”, comenta.

Apesar de dizer que não pode adiantar nenhuma novidade concreta para o Evanescence, Amy revela que está se sentindo pronta para produzir novos trabalhos com o grupo. “Na verdade, eu estou começando a ficar criativa com o Evanescence também, eu não sei o que está acontecendo ainda, mas acho que lançarei mais trabalhos. Eu estou me sentindo muito inspirada agora, então estou trabalhando em diferentes projetos ao mesmo tempo, e é ótimo poder fazer isso”, prevê.

As mudanças na carreira e na vida de Amy, no entanto, fizeram com que a rotina do grupo fosse alterada e o ritmo diminuísse. Por isso, é provável que o Evanescence demore a fazer outra turnê pela América Latina. “Quando nós começamos, nós vivíamos na estrada por mais de um ano. Isso é divertido, mas eventualmente fica difícil, fica tedioso e frustrante porque você faz a mesma coisa de novo e de novo”, explica.
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