Circuito de cinema ganha sete estreias, nas sessões de hoje

Mesmo com o peso da estreia de Liga da Justiça, salas de cinema cederão espaço para outras seis estreias na capital

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postado em 16/11/2017 07:43

 

Internet/ Reprodução

 

Depois de cada um, a seu modo, estrelar, ao menos, um filme da DC Entertainment — Batman, Superman e Mulher-Maravilha têm novo encontro marcado, em Liga da Justiça. Um ano e meio depois de serem vistos, juntos, na tela, com Batman vs. Superman — A origem da justiça, os três, como esperado, viverão praticamente mentores de um inesperado trio de novos integrantes do mundo dos heróis: Ciborgue, Aquaman e Flash, respectivamente, interpretados por Ray Fisher, Jason Momoa e Ezra Miller.

 

 

No longa assinado por Zack Snyder, o mordomo Alfred (feito por Jeremy Irons) terá um papel de impacto, interagindo com atores como Ben Affleck, Gal Gadot e Henry Cavill. A trama acolhe um invasor na Terra: o Lobo da Estepe, às voltas com a reunião de três caixas maternas, repletas de poder. Tema para Liga da Justiça, a globalização — que une heróis de localizações diversas — também ocupará a tela, com abordagem séria. No documentário Human Flow — Não existe lar se não há para onde ir, o artista chinês Ai Weiwei, celebrado por intervenções como botes e coletes salva-vidas, com repercussão global, iveste na circulação por 23 países para a composição de um painel sobre refugiados.

 

Outro aspecto depressivo na atual sociedade está refletido no drama Colo, dirigido pela portuguesa Teresa Villaverde. Codiretora e atriz de teatro, desede os anos 70, Villaverde, no longa, enfoca uma família com contas atrasadas, na qual a mulher tem duas jornadas de trabalho, o marido está desempregado e a filha adolescente cultiva mistério. É a crise corroendo uma família com expressa solidão.

 

Numa instância de desamparo relativo, já que, sendo rainha do Reino Unido, Alexandrina Victoria tem parte da vida retratada no longa Victoria e Abdul — O confidente da rainha. Apegado à dinâmica exótica, de interação entre reis e súditos, o diretor Stephen Frears dirige elenco que inclui Judi Dench, Alia Fazal, Adiel Akhtar e Eddie Izzard, este na pele de Bertie, prínicipe de Gales e Imperador da Índia. Transcorrida no século 19, a sinopse do filme explica do encontro nada rotineiro entre a monarca e um indiano, destacado, indiretamente, para repassar conselhos para Victoria.

 

 

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Mais ameno

 

Quem busca opção nos cinemas com menos densidade ou ação pode apostar na veia cômica e romântica da diretora italiana Francesa Comencine, à frente de Histórias de amor que não pertencem a este mundo. Concorrente a prêmios, no mais recente Festival de Locarno, o longa trata da transformação do longo relacionamento mantido pelos protagonistas Cláudia e Flavio: em crise, a quarentona quer reaver o coração do ex.

 

Em terreno mais dramático, mas sem exageros, o produtor de cinema Jonathan Cavendish, de Elizabeth — A era do ouro, apostou em repassar para a telona, em Uma razão para viver, a história de amor e vida do pai dele, Robin (Andrew Garfield). Protegido pela personagem de Claire Foy, Diana, Robin teve longa vida, quebrando a depressão e os limites estipulados por hospitais, no tratamento da poliomielite.

 

Passada uma cirurgia vertebral e a dura aplicação na hidroterapia, outro personagem da vida real — o fotógrafo Michael O´Neill deu estofo para o documentário On yoga: The architecture of peace. O´Neill teve perda ocasional dos movimentos do braço direito. Reabilitado; por uma década, ele interagiu com mestres do yoga, tratando o yoga por arte. Quem adapta o tema para as telas de cinema é o brasileiro Heitor Dhalia (de Serra Pelada). 

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