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Estado de Minas

Museu do Louvre recebeu 8,1 milhões de visitantes em 2017

O número foi superior à quantia de 2016, afetada devido os incidentes e ameaças de terrorismo na França


postado em 09/01/2018 12:33 / atualizado em 09/01/2018 13:56

Louvre se recupera de queda em número de visitantes após atentados de 2015(foto: Louvre/Divulgação)
Louvre se recupera de queda em número de visitantes após atentados de 2015 (foto: Louvre/Divulgação)

O Museu do Louvre, um dos tradicionais e masi visitados do mundo, recebeu 8,1 milhões de visitantes em 2017, um aumento de 10,1 % em relação à quantia de 2016, afetada devido os incidentes e ameaças de terrorismo na França nos anos anteriores. 

O aumento é devido às várias medidas e estratégias adotadas pelo Louvre e pelo governo da França, reforçando a segurança no país e trazendo novas exposições de conceituados artistas europeus. 

Exemplo disso foi o sucesso da exposição Vermeer e os mestres da pintura de gênero, do pintor holandes Johannes Vermeer, sendo visitada por cerca de 325 mil pessoas, entre 22 de fevereiro e 22 de maio de 2017. Outra mostra que obteve um retorno considerável foi a Ventin de Boulogne, vista por 205 mil pessoas, além das pinturas portuguesas Alegoria da fundação da Casa Pia, de Domingos Sequeira, Maria Madalena confortada pelos anjos, de Josefa d'Óbidos, e Natureza morta com peixe, de Baltazar Gomes Figueira.

De acordo com o Louvre, 70% dos visitantes foram turistas, sendo 15% dos Estados Unidos, 9% da China, 4% do Reino Unido e 3,5% da Alemanha 

Curiosidades sobre o Louvre 


Em novembro de 2017 foi inaugurada a primeira filial do Museu do Louvre, em Abu Dhabi. Segundo informações, o museu emprestará obras e organizará exposições temporárias em troca de um bilhão de euros. Do total, 400 milhões correspondem ao pagamento pelo direito de usar o nome Louvre.

O famoso quadro Salvator Mundi, de Leonardo da Vinci, foi uma das primeiras obras renomadas a estar em exposição no novo Louvre. O quadro foi comprado pelo  príncipe saudita Bader bin Abdullah bin Mohammed bin Farhan al Saud por US$ 450,3 milhões, desembolsados durante um leilão, conquistando o título de obra mais cara a ser comprada no mundo das artes. 

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