Os economistas consultados pelo Banco Central na pesquisa semanal Focus reduziram a previsão de queda do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país) em 2009, que passou de 0,57% para 0,50%.
Houve piora, no entanto, na expectativa em relação à produção industrial, de uma retração de 4,75% para um resultado negativo de 5,04%.
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A pesquisa também mostra uma melhora em relação a outros indicadores: o superávit da balança comercial (de US$ 20,8 bilhões para US$ 21,5 bilhões), os investimentos estrangeiros diretos (de US$ 24 bilhões para US$ 25 bilhões) e o déficit nas transações correntes (de US$ 16,5 bilhões para US$ 16,2 bilhões). Para a relação dívida/PIB, o resultado piorou de 39,8% para 39,95%.
A estimativa para o dólar no fim deste ano ficou em R$ 2,00. Em relação à taxa básica de juros, foi mantida a estimativa de uma queda dos atuais 9,25% para 8,75% ao ano até dezembro.
InflaçãoA maioria das previsões de inflação também mudou em relação à pesquisa da semana passada. A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 1,53% para 1,45%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) recuou de 1,31% para 1,20%. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 4,22% para 4,25%.
Para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, a previsão ficou estável em 4,40%. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).
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