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| Bruno Guimarães e a mulher, Cláudia, estão à procura de um apartamento que lhes dê conforto |
A analista judiciária Gisleine Barcelos, 30 anos, trocou o aluguel de R$ 2 mil que pagava por uma prestação de cerca de R$ 2,8 mil. Apesar do desembolso maior, sobretudo com juros, prevaleceu a vontade de ter o seu próprio apartamento em um condomínio que ela adora, de poder ajeitá-lo a seu gosto e de não ficar mais à mercê de pedidos de retomada de proprietários. Ela consegue amortizar cerca de R$ 900 por mês do empréstimo de R$ 300 mil de um flat de um quarto num condomínio à beira do lago Paranoá.
Leia mais notícias em EconomiaApesar do temor de contrair uma dívida por 30 anos, a servidora admite, no entanto, que as taxas de juros baixas, de 7,8% ao ano, que conseguiu na Caixa Econômica Federal, foram um incentivo, além de ser um imóvel valorizado que tem aluguel na casa dos R$ 2 mil. “O que pesou mais foi a vontade de morar aqui nos próximos cinco anos, pelo menos”, conta Gisleine, certa de que a estabilidade no emprego minimizou o risco de assumir uma dívida alta.
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