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Presidente de associação de indústrias considera inviável redução de 9,25% Mesmo com a desoneração dos produtos da cesta básica, valor previsto pela presidente Dilma não seria alcançado

Publicação: 11/03/2013 19:05 Atualização: 11/03/2013 19:52

O Presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Edmundo Klotz, considera inviável o repasse de 9,25% de desconto previsto pela presdente Dilma Rousseff, devido a desoneração dos produtos da cesta básica. Ele acha que mesmo considerando todo o processo, desde o início da cadeia alimentícia, não é possível chegar a esse percentual.

Edmundo garante que todos os alimentos que foram desonerados chegam o mais próximo possível de 0%, e que com essa diminuição dos impostos, a procura por alimentos deve aumentar, assim como a venda dos itens - carnes , arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas, legumes, sabonete, papel higiênico e pasta de dentes.

Para Edmundo, o resultado pode não corresponder às expectativas da presidente, mas ainda será positivo. "O mercado tem feito a parte dele, a Abia tem feito a parte dela, e o consumidor terá uma boa surpresa", afirma ele. Para o presidente da associação, o aumento nas vendas deve variar entre 5% e 6%, mas ainda não existe uma previsão de quando deve começar a surtir efeito.

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Autor: Anilton Moccio
Já arrumaram uma desculpa, o pessoal vai comprar mais e, consequentemente, o preço vai subir. | Denuncie |

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