O governo está otimista quanto à retomada, em bases mais fortes, do comércio externo, que patina ano a pós ano desde o estouro da crise financeira global. Nas palavras do ministro da Fazenda, Guido Mantega, 2013 será “um pouco melhor” do que 2012, quando “praticamente não houve crescimento do mercado internacional”. Na verdade, segundo números citados pelo próprio ministro, houve um pequeno avanço de 0,7% no ritmo das trocas feitas entre países, um desempenho relativamente próximo ao registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) nacional, que se expandiu apenas 0,9% em 2012.
Em apresentação feita a senadores da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Mantega citou uma projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), para o qual haverá alta de 3,9% nas transações internacionais neste ano. Embora positivo, o número é ainda bastante inferior ao observado em 2010 e 2011, quando o comércio global teve altas expressivas de 19% e de 17,8%, respectivamente.
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