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Aumento do custo de vida restringe o poder de compra dos brasileiros Ainda assim, despesas das famílias evitam resultado pior da atividade

Diego Amorim

Guilherme Araújo

Publicação: 04/12/2013 08:39 Atualização:

Pedro Dourado com a filha Gabriela: esforço para garantir os presentes de Natal aos parentes sem se endividar (Geyzon Lenin/Esp.CB/D.A Press)
Pedro Dourado com a filha Gabriela: esforço para garantir os presentes de Natal aos parentes sem se endividar


A demanda das famílias por produtos e serviços não garante mais o crescimento econômico do Brasil nem é suficiente para assegurar bons resultados no comércio. Divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os números do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre deste ano confirmam os danos provocados pela persistente inflação em 2013, que corroeu o poder de compra dos clientes e o faturamento dos comerciantes. Não à toa, o setor espera um Natal menos eufórico e um ano-novo repleto de incertezas.

Embora o consumo das famílias tenha aumentado 1% no trimestre — os gastos delas somaram R$ 764,9 bilhõe no período —, em relação aos três meses imediatamente anteriores, o avanço mais tímido desse indicador reforça que a capacidade de endividamento dos brasileiros chegou ao limite. “Estamos vivendo uma ressaca do consumo, que não para de perder força”, comentou a economista e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Virene Matesco.

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