Economia
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Diante de empresários, Dilma reconhece que ainda há muito a ser feito Ela destacou que o baixo crescimento econômico do país é resultado da desaceleração da economia internacional e aproveitou a oportunidade para rebater as críticas do excesso de otimismo das previsões de sua equipe econômica

Rosana Hessel

Deco Bancillon

Publicação: 11/12/2013 13:12 Atualização:

Diante de uma plateia de cerca de dois mil empresários, a presidente Dilma Rousseff procurou demonstrar mais humildade do que de costume e afirmou várias vezes em seu discurso que “ainda temos muito por fazer”. Ela destacou que o baixo crescimento econômico do país é resultado da desaceleração da economia internacional e aproveitou a oportunidade para rebater as críticas do excesso de otimismo das previsões de sua equipe econômica. Nesse sentido, ela parafraseou o ex-presidente Juscelino Kubitschek: “O otimista pode errar, mas o pessimista já começou errado.”

A chefe do Executivo participou da abertura do Encontro Nacional da Indústria (Enai), nesta quarta-feira, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães. Dilma voltou a destacar a baixa taxa de desemprego no país como o fator mais positivo de sua gestão. “Geramos 4,8 milhões de emprego. Nossa taxa de desemprego está nos menores patamares da história e a renda do brasileiro continua crescendo”, afirmou.

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A presidente não respondeu à principal reivindicação do discurso de abertura do anfitrião do evento, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, que é a prorrogação do Reintegra, que não deverá ser prorrogado a partir de 2014. Andrade, no entanto, contou que conversou com a presidente sobre a importância da renovação do benefício que devolve 3% do valor das exportações como forma de estímulo fiscal aos empresários e que foi uma das bases do programa Brasil Maior. “O governo disse que ainda está estudando”, disse Andrade após o término da abertura do evento. “Estou bastante otimista com a renovação”, emendou.

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Autor: Lucia Teixeira
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