Economia
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Especialistas lembram que a prioridade é usar o 13º para quitar dívidas Compras de Natal devem ser idealmente pagas à vista. E uma parte do dinheiro precisa ser guardada para janeiro, mês de desembolso com matrículas e tributos como o IPVA e o IPTU

Simone Kafruni

Publicação: 15/12/2013 06:05 Atualização:

Na correria do fim de ano, as atenções estão voltadas para as festas, presentes de Natal e férias. O clima é propício para descuidar do planejamento financeiro. Porém, o preço dessa despreocupação pode ser muito alto e colocar em risco o maior patrimônio de cada um: o próprio nome. Para evitar o superendividamento, é preciso cautela. Especialistas afirmam que o início do ano é um período de gastos extras, como impostos e despesas escolares. Reservar uma parte do 13º salário para isso é fundamental.

Se o consumidor já chegou em dezembro endividado, então a prioridade é quitar os débitos. O economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC) Fabio Bentes afirma que o ideal, para quem possui dívidas e está com o nome sujo nos cadastros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) ou na Serasa Experian, é utilizar o 13º salário para zerar as contas. Se não for suficiente, é preciso dar preferência àquelas de custo e juros mais elevados. “Dependendo do orçamento familiar, uma segunda dica é reservar 10% a 20% do 13º para as despesas sazonais de início de ano. E finalmente, pagar as compras à vista negociando descontos ”, ensina.

Prova de que o cuidado procede é que o número de famílias brasileiras com dívidas contraídas nos mais diversos meios (cheque pré-datado, cartão de crédito, no cheque especial, no carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro) alcançou 63,2% no mês passado, avançando em relação aos 62,1% observados em outubro e aos 59% de novembro de 2012. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da CNC. Apesar dessa elevação, o índice de famílias inadimplentes recuou na comparação mensal, passando de 21,6% em outubro para 21,2% no último mês. Mas aumentou diante dos 21% registrados em novembro do ano passado.

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