Economia
  • (1) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Mesmo com arrecadação recorde, analistas desconfiam de ajuste consistente Arrecadação bate recorde em novembro por causa dos R$ 20,4 bilhões do Refis. No acumulado do ano, brasileiros despejam mais de R$ 1 trilhão nos cofres do Fisco

Rosana Hessel

Publicação: 17/12/2013 09:05 Atualização: 17/12/2013 09:43

Carlos Barreto assegura que renegociação de dívidas foi positiva (Carlos Silva/Esp. CB/ D.A Press)
Carlos Barreto assegura que renegociação de dívidas foi positiva
Com a ajuda dos R$ 20,4 bilhões de receitas extraordinárias, oriundas do programa de parcelamento de dívidas antigas (Refis), o governo entregou o que prometeu: arrecadação recorde para o mês de novembro, de R$ 112,5 bilhões — o terceiro melhor resultado mensal da história. Em relação a novembro de 2012, houve um salto de 27,08%. Ante outubro de 2013, incremento de 10,81%. Os números, comemorados pelo Palácio do Planalto, deram alívio às contas públicas, mas não foram suficientes para convencer os especialistas de que o Ministério da Fazenda realmente está comprometido com um ajuste fiscal consistente.

Leia mais notícias em Economia

No acumulado do ano, a arrecadação totalizou R$ 1,019 trilhão, com crescimento real (descontada a inflação) de 3,9%. Sem os recursos do Refis, o aumento das receitas entre janeiro e novembro foi de minguado 1,8%, distante dos 2,5% projetados pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. No entender dos especialistas, em vez de vibrar com o resultado, inflado por recursos extraordinários, o governo deveria dar o exemplo e reduzir gastos. “Infelizmente, não estamos vendo medidas de austeridade fiscal, mas receitas que não se repetirão no futuro”, disse o economista Felipe Salto, da Consultoria Tendências.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui
Tags:

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: marcos
Esse dinheiro é uma antecipação do que entraria nos cofres no ano que vem. Ou seja, ano que vem o governo vai ter menos dinheiro em caixa. Sem falar na nossa balança comercial que está fraquinha. Balança que sempre ajudou o país e já passou de um trilhão no passado. | Denuncie |

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.