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Acordo por orçamento dos EUA supera etapa-chave no Senado A expectativa é que o Congresso aprove o texto definitivamente nesta quarta-feira, antes do recesso de fim de ano

France Presse

Publicação: 17/12/2013 21:45 Atualização:

Senadores democratas e republicanos avançaram nesta terça no acordo sobre o orçamento, abrindo caminho para a aprovação do projeto que estabelece limites de gastos para os próximos dois anos e reduz as perspectivas de uma nova paralisia de agências do governo em 2014.

Já aprovado na Câmara de Representantes, o projeto superou um procedimento-chave no Senado por 67 votos contra 33. A expectativa é que o Congresso aprove o texto definitivamente nesta quarta-feira, antes do recesso de fim de ano.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deverá promulgar o projeto em seguida. A previsão é aumentar o orçamento federal para US$ 1,012 trilhão em 2014 e normalizar o funcionamento das instituições.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, considerou que o avanço do projeto significa "um vislumbre de esperança diante da possibilidade de que exista a disposição de cooperação bipartidária que não vimos até agora".

Depois de dois anos de históricas reduções, os gastos federais devem voltar a aumentar em 2014, graças à anulação de 30% dos cortes automáticos que reduziriam, inicialmente, o orçamento no próximo biênio.

Os gastos militares, que sofreriam uma clara redução, terão um leve aumento - para satisfação do Pentágono e do setor de Defesa em geral.

A anulação parcial das medidas de austeridade irritou alguns congressistas conservadores, mas ambos os partidos reconheceram que o acordo orçamentário continua sendo um compromisso.

As grandes reformas do Welfare State americano (caso dos programas de aposentadoria, saúde, ou benefícios sociais) e do Código Fiscal foram adiadas por tempo indeterminado.

A ampliação da duração dos subsídios para os desempregados de longa data, aprovada durante a recessão, expira no final do ano. Os democratas não conseguiram prolongar o programa para 2014. Nos EUA, pelo menos 1,3 milhão de desempregados perderão essa ajuda do governo no final de dezembro, e outros 4,9 milhões serão afetados em 2014.
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