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Dilma: Estamos preparados para redução de incentivos na economia dos EUA %u201CVai ter, de fato, esse momento de saída da política monetária expansionista nos Estados Unidos, mas o Brasil nunca esteve tão preparado", disse a presidente

Agência Brasil

Publicação: 18/12/2013 17:56 Atualização:

Presidenta Dilma Rousseff fez os comentários antes de a autoridade monetária norte-americana confirmar a redução do apoio econômico (Antônio Cruz/Agência Brasil)
Presidenta Dilma Rousseff fez os comentários antes de a autoridade monetária norte-americana confirmar a redução do apoio econômico

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (18/12) que o Brasil está preparado para a redução de incentivos financeiros na economia norte-americana pelo Federal Reserve (Fed), que é o banco central dos Estados Unidos. Ela fez os comentários antes de a autoridade monetária norte-americana confirmar, no final desta tarde (horário de Brasília), a redução do apoio econômico.

“Vai ter, de fato, esse momento de saída da política monetária expansionista nos Estados Unidos, mas o Brasil nunca esteve tão preparado. Nós não estamos mais naquela fase que o pessoal dizia: espirrou nos Estados Unidos, pneumonia no Brasil”, disse em entrevista às rádios Jornal AM e JC News FM, de Pernambuco.

“O Banco Central está preparado, e está atento a esse fato”, completou, explicando que o Brasil tem bases sólidas porque a inflação está sob controle, o desemprego é baixo e país tem reservas financeiras elevadas.

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A presidenta lembrou que, há meses, quando começou a se discutir a redução de incentivos nos Estados Unidos, houve turbulência na economia de vários países. “Eles começaram a falar isso e deu uma turbulência no mercado: subiu o dólar e desvalorizou todas as moedas internacionais. Nós estamos extremamente preparados para isso”, garantiu.

O Comitê de Política Monetária do Federal do Fed retomou hoje uma reunião de dois dias em Washington e anunciou, ao final, que vai reduzir de US$ 85 bilhões mensais para US$ 75 bilhões mensais o apoio à economia norte-americana, após grande expectativa mundial.

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