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Banco Central admite que deve pesar um pouco mais a mão na taxa Selic A projeção de crescimento da economia neste ano foi revista pela terceira vez para pior

Victor Martins

Deco Bancillon

Publicação: 21/12/2013 06:40 Atualização: 21/12/2013 16:03

A inflação se tornou mais resistente. Mesmo com o aumento da taxa básica de juros (Selic) para dois dígitos — de 7,25%, em abril, para 10% ao ano em novembro —, tornou-se quase impossível derrubar a carestia, pelo menos até 2015, à meta perseguida pelo Banco Central, de 4,5%. Com isso, a autoridade monetária e as famílias terão de se resignar a um dos custos de vida mais elevados do planeta. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará preso à banda superior do limite de tolerância, de 6,5%.

Durante divulgação do Relatório Trimestral de Inflação, ontem, o BC explicitou a perda de força da política monetária, diante da enorme desconfiança dos agentes econômicos em relação ao governo. Para o ano que vem, mesmo com o crescimento mais baixo da atividade e os juros maiores, a previsão é de uma inflação de 5,6%. Em 2015, esse número cai apenas 0,2 ponto percentual, para 5,4%.

O que mais chamou a atenção dos especialistas foi o fato de as previsões do BC, divulgadas pelo diretor de Política Econômica, Carlos Hamilton Araújo, levarem em consideração reajuste zero para a gasolina e o diesel em 2014. O mercado vê esse quadro como insustentável, devido à fragilidade do caixa da Petrobras. Como o governo faz o controle de preços da estatal, é impossível prever a correção. Hamilton informou que a autoridade monetária estima alta de 7,5% para a energia elétrica.

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