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BNDES libera financiamento para melhorias na Hidrovia Tietê-Paraná A participação do BNDES alcançará 31,2% dos itens financiáveis do projeto

Agência Brasil

Publicação: 02/01/2014 16:47 Atualização:

O sistema hidroviário do estado de São Paulo recebeu financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 307 milhões. O dinheiro será investido na melhoria do sistema. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (2/1), pelo banco, por meio de sua assessoria de imprensa. A participação do BNDES alcançará 31,2% dos itens financiáveis do projeto.

As obras serão executadas na Hidrovia Tietê-Paraná e permitirão o aumento da carga transportada para até 11 milhões de toneladas em 2020, com a geração de mais de 17 mil empregos diretos e indiretos, na fase de implantação. De acordo com números fornecidos pelo BNDES, foram transportadas 5,8 milhões de toneladas de carga, em 2011, por essa hidrovia, que envolve em sua área de influência os estados de São Paulo, do Paraná, de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais.

O projeto integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e prevê investimentos globais de R$ 1,034 bilhão. Desse total, os recursos do PAC, oriundos do Orçamento Geral da União, somarão R$ 584,2 milhões, ou o correspondente a 59,3% dos itens financiáveis.

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A Hidrovia Tietê-Paraná faz parte de um sistema de transporte hidro-rodo-ferroviário e é considerada uma alternativa de corredor de exportação até o Porto de Santos. Além disso, oferece a possibilidade de participação brasileira na Hidrovia do Mercosul, a partir da integração da Bacia do Paraná com as bacias do Rio da Prata, Uruguai e Paraguai.

O fortalecimento dos eixos de integração e desenvolvimento do Brasil com os países da América do Sul, por meio da conexão hidroviária, é uma das prioridades do governo federal, que tem estimulado investimentos no transporte aquaviário como um todo, com a meta de elevar a participação desse meio de transporte na matriz nacional de 13%, registrados em 2005, para 29% até 2025.

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