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Alfândega de Suape apreende carga de material escolar e brinquedos Alguns itens, segundo os fiscais do órgão, possuem fortes indícios de falsificação e outros não cumprem os requisitos de segurança. Outra parte da carga não estava declarada

Diário de Pernambuco

Publicação: 14/01/2014 15:45 Atualização: 14/01/2014 15:47

Além de bolas de futebol, Alfândega apreendeu capas de tablets, material escolar e armas de brinquedo (Receita Federal/Divulgação)
Além de bolas de futebol, Alfândega apreendeu capas de tablets, material escolar e armas de brinquedo

A Alfândega da Receita Federal no Complexo Portuário de Suape apreendeu um volume de cerca de 12 mil produtos, entre brinquedos, itens de material escolar e capas para tablets. Alguns itens, segundo os fiscais do órgão, possuem fortes indícios de falsificação e outros não cumprem os requisitos de segurança (foram declarados como mercadorias diferentes para fugir da licença de importação). Outra parte da carga não estava declarada. A mercadoria é compra de cinco importadoras, sendo quatro pernambucanas confirmadas. Todos os produtos têm a China como origem.

De acordo com a Alfândega, entre os produtos apreendidos estão 2.880 conjuntos infantis para pintura (lápis de cor, pincéis, entre outros), 2.000 armas de brinquedo que dão choque, 960 bolas de futebol tipo F50 da Adidas, 1.100 capas para tablets com marcas famosas (entre elas do pintor Romero Britto), 4.860 pianos infantis e 80 cadeiras com personagens da Disney.

"As marcas originais serão informadas de que estão sendo falsificadas para que os procedimentos tradicionais sejam realizados. Quando há a possibilidade, os produtos são doados a instituições de caridade. Em outros casos, a mercadoria é destruída", explicou Carlos Eduardo Oliveira, inspetor-chefe da Alfândega.

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Pelos cálculos da Receita Federal, o valor total da mercadoria apreendida deve chegar a US$ 50 mil (R$ 118 mil, na cotação de hoje). A Receita ressalta que produtos falsificados ou que não são aprovados pelos órgãos reguladores, como o Inmetro, podem causar danos à saúde das crianças que os utilizam.

Para Oliveira, a atenção com as importações de produtos como brinquedos e material escolar é redobrada nesta época. “Temos que ficar vigilantes pois nem sempre a mercadoria que foi declarada pelo importador é aquela que vamos encontrar no interior das caixas. O scanner (raio-x) de contêineres tem sido fundamental como ferramenta auxiliar nesse trabalho”, afirmou.

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