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Reservatórios do Nordeste e do Centro-Oeste têm menos de 50% da capacidade

Em Corumbá 4, nível é de 12,8%

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postado em 23/01/2014 08:29

Rosana Hessel , Marinella Castro

Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press


As tempestades que provocam calamidades em diversas regiões do país não trouxeram o benefício de encher os reservatórios das usinas hidrelétricas (UHEs)e afastar a necessidade de usar térmicas. A situação é preocupante principalmente no Centro-Oeste e no Nordeste, onde o nível da água está abaixo de 50% da capacidade total, conforme dados do Operador Nacional do Sistema (ONS). É um pouco acima do registrado no mesmo período de 2013, mas ainda abaixo dos patamares de 2012.

Mesmo com o início das chuvas, o clima ainda não é de tranquilidade no governo. Segundo especialistas, as precipitações precisam ocorrer nas cabeceiras dos rios que abastecem os reservatórios para que se possa finalmente desligar as termelétricas e, com isso, dissipar totalmente os riscos de um apagão.

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A reportagem do Correio visitou duas usinas hidrelétricas mais próximas do Distrito Federal e que colaboram no abastecimento de Brasília e do Entorno. Elas estão com o nível da água baixo, mas em funcionamento normal. A UHE Queimado, em Unaí (MG), por exemplo, está com 57% da capacidade, de acordo com dados da ONS e da Agência Nacional de Águas (ANA). Como as chuvas começaram no domingo, o nível da represa começou a subir. Na sexta-feira, a capacidade útil do reservatório de 36km2 estava em 55%. Na UHE Corumbá 4, que é 4,8 vezes maior e ocupa uma área de 173km2, a situação é mais crítica. De acordo com os dados da ANA e da ONS, o nível de Corumbá está em apenas 12,8 % da capacidade, mas a reportagem não teve acesso autorizado à usina sob a justificativa de restrições de segurança.

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