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Com IPC-S menor, inflação inicia fevereiro com menos força, aponta FGV

Três dos oito grupos pesquisados apresentaram redução no ritmo de aumentos com destaque para educação, leitura e recreação

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postado em 10/02/2014 09:29 / atualizado em 10/02/2014 08:57

Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve ligeiro decréscimo na primeira prévia de fevereiro com variação de 0,96%, 0,03 ponto percentual (p.p.) menor do que no encerramento de janeiro (0,99%). Três dos oito grupos pesquisados apresentaram redução no ritmo de aumentos com destaque para educação, leitura e recreação com taxa de 3,71% ante 4,47%.

O cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra também que caiu a intensidade das correções dos itens alimentícios. Nessa classe de despesas a elevação média atingiu 0,86% ante 0,93% e entre os itens que contribuíram está a carne bovina (de 2,20% para 1,79%). Houve decréscimo ainda no grupo transportes com o índice em 0,52% ante 0,62%. Neste caso, o resultado reflete o automóvel novo (de 1,44% para 1,23%).

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Já os preços no grupo vestuário tiveram leve recuperação com taxa média ainda em queda de 0,25%, porém, inferior ao recuo verificado no fechamento de janeiro (-0,30%). Nos demais grupos, ocorreram acréscimos: habitação (de 0,71% para 0,84%), saúde e cuidados pessoais (de 0,47% para 0,58%), despesas diversas (de 2,94% para 3,14%) e comunicação (de 0,14% para 0,18%). Os itens com maior impacto inflacionário foram: curso de ensino superior de 8,24% para 6,11%); cigarros (de 6,03% para 6,28); refeições em bares e restaurantes (de 0,88% para 0,99%); curso de ensino fundamental (de 10,07% para 7,17% e empregada doméstica mensalista (de 1,65% para 2,07%).

O cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra também que caiu a intensidade das correções dos itens alimentícios. Nessa classe de despesas a elevação média atingiu 0,86% ante 0,93% e entre os itens que contribuíram está a carne bovina (de 2,20% para 1,79%). Houve decréscimo ainda no grupo transportes com o índice em 0,52% ante 0,62%. Neste caso, o resultado reflete o automóvel novo (de 1,44% para 1,23%).


Já os preços no grupo vestuário tiveram leve recuperação com taxa média ainda em queda de 0,25%, porém, inferior ao recuo verificado no fechamento de janeiro (-0,30%). Nos demais grupos, ocorreram acréscimos: habitação (de 0,71% para 0,84%), saúde e cuidados pessoais (de 0,47% para 0,58%), despesas diversas (de 2,94% para 3,14%) e comunicação (de 0,14% para 0,18%).

Os  itens com maior impacto inflacionário foram: curso de ensino superior de 8,24% para 6,11%); cigarros (de 6,03% para  6,28); refeições em bares e restaurantes (de 0,88% para 0,99%); curso de ensino fundamental (de 10,07% para 7,17% e empregada doméstica mensalista (de 1,65% para  2,07%).

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