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Policiais federais organizam protesto e pedem melhorias para categoria

Segundo o presidente do sindicato, o grupo vem sendo sucateada pelo governo e está oito ano com salários congelados

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postado em 19/02/2014 11:30 / atualizado em 19/02/2014 13:05

Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal (EPAs) fazem nesta quarta-feira (19/2) atos de protesto na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), a partir das 14h30min para reivindicar melhorias no ambiente de trabalho. Nos dias 25 e 26 haverá uma paralisação nacional.

Os policiais federais participarão de uma audiência pública no auditório da CLDF junto aos deputados distritais. A categoria foi a única que rejeitou a proposta de 15,8% de aumento, em 2013. Preferiu continuar em busca de pautas históricas como recomposição inflacionária do salário, reestruturação de carreira e fim do assédio moral.

Segundo o presidente do Sindipol/DF (Sindicato dos Policiais Federais no DF), Flávio Werneck, a audiência espera receber em torno de 100 a 200 policiais. A audiência também ocorre em outros estados do Brasil nesta quarta-feira (19/2).

Entre as reivindicações da pauta está a falta de atribuições em lei dos policiais federais. "Hoje a nossa categoria não tem suporte legal de atribuição e por isso não temos suporte na lei que oriente o trabalho".

Ele disse ainda que a categoria vem sendo sucateada pelo governo e está oito ano com salários congelados, sem correção inflacionária. “Nós queremos mais que o aumento salarial. Queremos condições dignas e compatíveis para um trabalho de excelência. A inércia do diretor geral e do Ministério da Justiça é preocupante”, ressalta.

Os EPAs querem também a aprovação da PEC 51, de autoria do senador Lindbergh Farias (PT), que prevê um novo arranjo da estrutura da segurança pública, com embasamento na desmilitarização, no ciclo completo e na carreira única. E defendem a PEC 73 e a PEC 361.

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