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Ex-vegetariano, Roberto Carlos protagoniza campanha de empresa de carnes A J&F, dona da JBS, passa por uma investigação da Policia Federal contra representantes do Banco Rural suspeitos de crime contra o sistema financeiro numa transação de R$ 80 milhões

Guilherme Araújo

Publicação: 21/02/2014 13:57 Atualização: 21/02/2014 20:38

O presidente da JBS, Wesley Batista, participou do lançamento da campanha com o cantor Roberto Carlos e o ator Tony Ramos

Roberto Carlos (Guilherme Araújo/ CB/ D.A Press)
O presidente da JBS, Wesley Batista, participou do lançamento da campanha com o cantor Roberto Carlos e o ator Tony Ramos Roberto Carlos

A Friboi, marca de carnes do grupo JBS, lança nesta sexta-feira (21/02) mais uma nova campanha da empresa. A novidade é que o comercial contará com um novo garoto propaganda, o cantor Roberto Carlos. O convite da empresa foi feito ao cantor após ter anunciado que voltou a comer carne, após 30 anos.

No filme, Roberto Carlos está almoçando com a família e amigos em um restaurante. O garçom coloca um prato de massa na frente dele e um prato com carne para a pessoa sentada ao seu lado. Roberto intercepta dizendo que a carne é dele, solicitando que o garçom destroque os pratos.

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Após o garçom estranhar a solicitação do cantor, Roberto Carlos explica que voltou a comer carne após 30 anos. E pergunta se é Friboi e o garçom responde: “Com certeza”. O ator Tony Ramos, que renovou o contrato com a marca até o final deste ano, aparece no final da propaganda e disserta sobre a qualidade do produto.

Fraude financeira

As campanhas publicitárias da Friboi são lançadas em meio a investigações da Policia Federal contra representantes do Banco Rural suspeitos de crime contra o sistema financeiro numa transação de R$ 80 milhões envolvendo o grupo J&F, dono do maior frigorífico do mundo, o JBS.

A Policia Federal indiciou Kátia Rabello, Vinícios Samarane e José Roberto Salgado, representantes do banco Rural e condenados pelo mensalão, além de Joesley Batista, controlador da J&F, e outras 13 pessoas. Eles são acusados de praticarem a ‘troca de chumbo’, uma triangulação que permite burlar a proibição de que instituições financeiras concedam empréstimos a seus próprios sócios. A tática teve como objetivo aumentar o capital do Banco Rural.

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