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Dívida a longo prazo da Petrobras cresce R$ 68 bilhões em um ano No quarto trimestre, ganho desaba 18,9%, apesar do aumento de 4% na gasolina e de 8% no diesel em novembro

Rosana Hessel

Publicação: 26/02/2014 06:00 Atualização: 26/02/2014 08:32

Produção de petróleo no pré-sal bate recorde, mas, no geral, a extração do óleo está em queda, especialmente na Bacia de Campos (Petrobras/Divulgação)
Produção de petróleo no pré-sal bate recorde, mas, no geral, a extração do óleo está em queda, especialmente na Bacia de Campos

Apesar do aumento dos combustíveis anunciado em novembro do ano passado, a Petrobras registrou queda no lucro líquido no último trimestre de 2013. O ganho atingiu R$ 6,28 bilhões (acima dos R$ 5 bilhões esperados pelos especialistas), ficando 18,9% abaixo do contabilizado entre outubro e dezembro de 2012. Foi o pior resultado para um quarto trimestre em seis anos e o segundo recuo seguido no lucro da estatal na comparação anual, uma vez que, no terceiro trimestre, o tombo havia sido de 39%.

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Ainda assim, no acumulado de 2013, a petrolífera computou lucro líquido de R$ 23,57 bilhões, saldo 11% superior ao do ano anterior. Se esse resultado deu um certo alívio ao governo, que vem sendo acusado de impor perdas bilionárias à empresa, ao segurar os preços da gasolina e diesel para a inflação não estourar o teto da meta, de 6,5%, os analistas ressaltaram que os estragos no caixa da companhia são visíveis.

Segundo a Petrobras, por causa da defasagem entre os valores dos combustíveis importados e os vendidos no país, os prejuízos na área de abastecimento atingiram R$ 17,76 bilhões em 2013, dos quais R$ 5,46 bilhões apenas no quarto trimestre, justamente quando houve reajuste de 4% na gasolina e de 8% no diesel. Mas não é só: para poder reforçar o caixa, a companhia foi obrigada a se endividar pesadamente no mercado. Tanto que as dívidas de longo prazo deram um salto de R$ 68 bilhões em apenas um ano, de R$ 181 bilhões para R$ 249 bilhões.

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