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Consórcio volta a ser boa opção de compra, mas é preciso paciência e sorte

Com cuidado e paciência, é possível adquirir bens pagando menos

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postado em 09/03/2014 06:03

Simone Kafruni

Em tempos de juros altos e de crédito restrito, como agora, o consórcio pode se tornar uma opção mais barata para a compra, sobretudo, de produtos de valor elevado, como imóveis e veículos, para os quais não se tenha o dinheiro para o pagamento à vista — essa sim a melhor alternativa para o bolso. Apesar de ser uma boa escolha, dependendo do perfil do negócio, a modalidade não garante a aquisição imediata do bem desejado. Pelo contrário, é preciso paciência, um pouco de sorte e muitos cuidados para não cair em armadilhas.

Especialistas alertam que a primeira coisa a ter em mente é que consórcio não é investimento, mas uma dívida programada. O negócio funciona como uma poupança realizada em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente estabelecidos, tudo organizado para permitir aos integrantes a aquisição de um bem ou serviço por meio de autofinanciamento. Isso significa que todos do grupo pagam uma parcela mensal por um longo período para que um sorteado por mês possa utilizar o montante arrecadado para comprar alguma coisa.

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Um dos principais cuidados ao contratar um consórcio é conhecer a instituição administradora e saber se ela tem autorização para operar. Isso porque a fraude mais comum envolvendo a modalidade é o administrador do dinheiro sumir e deixar os consorciados no prejuízo. Para minimizar os golpes, o Banco Central, órgão responsável pela normatização, coordenação, supervisão e fiscalização de instituições financeiras, controla todas as atividades do sistema de consórcios.

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