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Encontro do Elefante Branco reúne policiais federais na Esplanada

O Sindicato dos Policiais Federais no DF (Sindipol) afirma que o movimento não é só em razão da reestruturação de carreira da Polícia Federal, mas também da segurança pública

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postado em 12/03/2014 15:08 / atualizado em 12/03/2014 19:18

Vera Batista

Policiais federais se reúnem na tarde desta quarta-feira (12/3) ao lado do Ministério da Justiça, na Esplanada dos Ministérios. A expectativa é que até 800 policiais de vários estados brasileiros participem do "Encontro do Elefante Branco", marcha para reivindicar a a ineficiência e o descaso com a segurança pública no país.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no DF (Sindipol) Flávio Werneck, houve a reabertura das negociações com o ministro da Casa Civil, Gilberto Carvalho, com relação a reestruturação da carreira, nessa terça-feira (11/3). O ministro recebeu as propostas de reformulação da segurança pública e da reestruturação de carreira.

O percurso da marcha ainda não foi definido, segundo Werneck, pode voltar ao Ministério da Justiça ou parar em frente ao Palácio do Planalto, onde pretendem fazer vigília até o final da madrugada desta quinta-feira (13/3). A marcha ainda conta com elefantes brancos infláveis, como símbolo do movimento.

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O Sindipol afirma que o movimento não é só em razão da reestruturação de carreira dos policiais, mas também da segurança pública. "De cada dez casos de homicídios, apenas oito são terminam em prisão em Brasília", disse Werneck.
"Embora o nível de violência em Brasília seja considerado menor, de cada 100 mil moradores há 67 homicídios, este nível é considerado muito alto", completou.

Ele ainda lembrou que as atribuições da PF foram dadas pela portaria 523 de 1989, e anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), considerada desatualizada para as atribuições atuais. "Se houve anulidade, a Polícia Federal está sem atribuições e com isso, corre o risco de todas as investigações e tarefas da PF serem declaradas nulas. é preciso que haja rapidamente uma legalização das novas atribuições".

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