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Secretário do Tesouro americano visita Brasil e México na próxima semana Jacob Lew pretende conversar sobre assuntos regionais e globais, em especial a situação no G-20 e em outras instituições financeiras, assim como estratégias para combater a evasão fiscal

France Presse

Publicação: 14/03/2014 18:46 Atualização:

O secretário do Tesouro americano, Jacob Lew, se reunirá com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini ( Alex Wong/ AFP Photo)
O secretário do Tesouro americano, Jacob Lew, se reunirá com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini

O secretário do Tesouro americano, Jacob Lew, visitará Brasil e México nas próximas segunda e terça-feiras, onde se reunirá com seus homólogos, com os presidentes dos bancos centrais e com empresários.

De acordo com um funcionário de alto escalão do departamento do Tesouro, Brasil e México "são dois dos mais importantes sócios comerciais e de investimentos dos Estados Unidos" em todo o mundo.

Lew inicia sua viagem por São Paulo, na segunda-feira (17/3), onde se reunirá com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

A agenda do secretário americano também prevê encontros com importantes empresários brasileiros e com representantes de empresas dos Estados Unidos que operam no Brasil.

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Na terça (18/3), Lew estará no México, onde se reunirá com o presidente Enrique Peña Nieto, com o ministro das Finanças, Luis Videgaray, e com o governador do Banco Central, Agustín Carstens.

Os dois países, acrescentou o funcionário do Departamento do Tesouro, "são aliados regionais fundamentais".

Em suas reuniões com Mantega e Tombini, no Brasil, Lew discutirá oportunidades para expandir o intercâmbio comercial.

"O Brasil é o segundo maior mercado emergente do mundo. O intercâmbio comercial supera os US$ 100 bilhões todo ano, e o Brasil é o sétimo maior destino das exportações americanas. Mas o comércio pode ser muito maior", afirmou Lew.

O secretário também pretende conversar sobre "assuntos regionais e globais, em especial a situação no G-20 e em outras instituições financeiras, assim como estratégias para combater a evasão fiscal".

Essa será a primeira visita de um secretário americano ao Brasil desde a explosão do escândalo de espionagem global da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês). O episódio afetou as relações bilaterais profundamente no ano passado.

No México, Lew se concentrará no reforço da relação das economias de ambos os países. "Depois do Canadá, o México é o segundo maior destino das exportações americanas", destacou o secretário.

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