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Após ser vendida para chilena Sonda, CTIS reforçará contratações Adquirida pela chilena Sonda, por R$ 400 milhões, a empresa brasiliense ampliará o quadro de pessoal para sustentar operações

Simone Kafruni

Publicação: 15/03/2014 08:00 Atualização:

'Não existe a menor preocupação com demissão. Vamos preservar os colaboradores, inclusive o corpo gerencial e a diretoria. A nossa previsão é reforçar o quadro de pessoal'
Avaldir Oliveira, presidente da CTIS Tecnologia (Camila Xumi/Divulgação)
"Não existe a menor preocupação com demissão. Vamos preservar os colaboradores, inclusive o corpo gerencial e a diretoria. A nossa previsão é reforçar o quadro de pessoal" Avaldir Oliveira, presidente da CTIS Tecnologia


Agora sob o controle da chilena Sonda, a brasiliense CTIS Tecnologia, que emprega 11,5 mil pessoas no país, sendo 7 mil no Distrito Federal, vai reforçar o quadro de pessoal para garantir seu projeto de expansão. É o que garante o presidente da companhia candanga, Avaldir Oliveira, que permanecerá no cargo pelos próximos cinco anos. “Não existe a menor preocupação com demissão. Vamos preservar os colaboradores, inclusive o corpo gerencial e a diretoria. A nossa previsão é reforçar o quadro de pessoal”, assegurou.

A aquisição da CTIS Tecnologia pela Sonda envolveu R$ 400 milhões. Assim que sair a aprovação do negócio pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a empresa brasiliense deverá receber um aporte de R$ 160 milhões. “Esses recursos vão capitalizar a companhia e teremos condições de atender a demanda crescente por serviços de Tecnologia da Informação (TI) e ampliar nossa atuação. Pretendemos focar em empresas públicas e governos”, revelou.

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O presidente da CTIS estimou que o aval do Cade não deve demorar. “Nós gostaríamos que fosse em 30 dias, mas o prazo é de até 90. Estamos confiantes porque, juntas, as duas empresas terão participação de 2,6% no mercado de TI do país. O Cade considera concentração quando esse percentual ultrapassa 20%”, disse.

Para Oliveira, o movimento de aquisição de empresas brasileiras de tecnologia por investidores estrangeiros se acentuou porque o setor cresce a taxas de 10% ao ano, enquanto a economia está patinando, com expansão em torno de 2%. “Ainda não há concentração nessa área, e atrair capital é bom para o país. As empresas de TI são novas e, para fazer frente à demanda aquecida, precisam se capitalizar”, justificou.

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