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Arte interativa mostra o jogo de peças de poder do ministro Guido Mantega

Devagar, o italiano Guido Mantega chegou longe. Está para se tornar o ministro da Fazenda mais longevo no cargo em período democrático no Brasil. O posto de mais influente, já conquistou faz tempo

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postado em 16/03/2014 08:01 / atualizado em 15/03/2014 21:46

Paulo Silva Pinto



GM. Para qualquer burocrata que viva na sopa de siglas da Esplanada, essas duas letras significam poder. Seja em um memorando, em um e-mail ou mesmo na sinalização dos edifícios. Querem dizer gabinete do ministro. Mas, pela onipresença e por ser sinônimo de mando, bem que poderiam representar Guido Mantega. Além da presidente Dilma Rousseff, ninguém tem mais influência no governo do que o ítalo-brasileiro que nasceu em Gênova em 1949 e chegou a São Paulo aos 3 anos. Isso não ocorre apenas porque ele controla o Ministério da Fazenda, a principal das 39 pastas que existem hoje. Suas decisões extrapolam os limites do cargo. Espalham-se por outros ministérios, estatais, fundos de pensão e, por meio deles, empresas privadas.

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No próximo dia 27, Mantega completará oito anos no cargo. Ultrapassará Pedro Malan como o que mais tempo se sentou na cadeira em governos democráticos. Considerados também períodos de autoritarismo, perderá apenas para o gaúcho Artur de Souza Costa, titular da Fazenda entre 1934 e 1945, quando Getulio Vargas era presidente. Entre 1939 e 1941, porém, por 26 meses, ele entregou o ministério a um interino, sem contar licenças mais curtas. Em almoço com empresários na semana passada, após a reunião sobre a Medida Provisória (MP) 627, o assunto foi mencionado por um dos comensais — e Mantega lembrou o período que o antecessor permaneceu afastado. Na contagem líquida, ele é o recordista de todas as épocas.

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