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Entrave político não deve influenciar votação da Medida Provisória 627 Cunha confirmou que o governo abriu mão da alíquota de 25% sobre o lucro pela controlada da multinacional brasileira no exterior no primeiro ano

Bárbara Nascimento

Publicação: 20/03/2014 18:47 Atualização:

O ministro da Fazenda Guido Mantega se reuniu na tarde desta quinta-feira (20/3) com o líder do PMDB e relator da Madida Provisória 627, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) para negociar os termos da Medida Provisória e acelerar a votação. O encontro foi na Vice-Presidência da República.

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A medida muda o regime tributário para as multinacionais brasileiras que atuam no exterior e é ponto de divergência entre o relator e o governo. "Já não é a primeira vez que a gente está se reunindo sobre essa medida provisória. Nós já temos aí pelo menos umas oito ou nove reuniões de detalhamento técnico", pontuou o deputado, pivô da crise entre o PMDB e o Partido dos Trabalhadores. Agora, o consenso é de que a MP será votada na próxima terça-feira pela comissão mista criada no Congresso Nacional para avaliá-la.

Cunha confirmou que o governo abriu mão da alíquota de 25% sobre o lucro pela controlada da multinacional brasileira no exterior no primeiro ano. A redução inicial será agora de 12,5%. Além disso, o governo já havia sinalizado que aumentaria de cinco para oito anos o prazo de pagamento do Imposto de Renda sobre os lucros apurados no exterior.

Assim como afirmou o líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT/SP), Cunha fez questão de afirmar que o entrave político que se estabeleceu entre PMDB e PT não deve alterar a votação da MP. "Da minha parte, com relação à Fazenda e ao governo, não tem divergência. Nós estamos construindo uma redação em conjunto. Quero deixar isso bem claro para que não se misture. Nenhuma divergência política que aconteceu nos últimos dias tem relação com essa medida provisória. Não há problema, não há divergência, estamos em uma construção conjunta de melhor posição que atenda a economia brasileira", completou.

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Autor: João Batista Martins
Cunha podia explicar. A refinaria autoriza por Dilma custou US$ 1.200 bi. Produzirá apenas 200.00 barris por dia. Já Abreu Lima 230.000 barris por dia e já está custando R$20.000.000.000,00 | Denuncie |

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