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Perda de empresas no mercado financeiro brasileiro afugenta investidores

Queda no valor de companhias listadas na BM&FBovespa causa prejuízos não só aos donos de ações como a quem aplicou em fundos

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postado em 23/03/2014 06:07 / atualizado em 22/03/2014 22:03

Deco Bancillon

Uma máxima do mercado financeiro é a de que, para ganhar dinheiro na bolsa, é preciso comprar papéis na baixa e vendê-los na alta, embolsando o lucro. Parece uma regra simples de ser colocada em prática, mas, diante da desvalorização das ações nos últimos anos, é cada vez maior o número de pequenos investidores decididos a pular fora do mercado para tentar diminuir os prejuízos. Entre maio de 2013 e fevereiro deste ano, cerca de 50 mil pessoas físicas abandonaram a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa).

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Em 8 de abril de 2011, o valor das ações de empresas brasileiras negociadas na Bovespa somava R$ 3,629 trilhões. No fim de fevereiro último, o montante não passava de R$ 2,02 trilhões. Ou seja, em apenas três anos, R$ 1,6 trilhão viraram pó. Somente em 2013, o Ibovespa, índice que acompanha as principais ações negociadas na Bolsa de São Paulo, teve queda de 15,5%. O desconcertante é que tamanho prejuízo foi , em grande parte, provocado pelo intervencionismo do governo na economia, especialmente na gestão das companhias estatais, que têm peso expressivo nos indicadores do mercado.

As perdas, no entanto, não afetam apenas quem aplicou dinheiro na bolsa, mas se espalham para diversas áreas. Pessoas que decidiram investir em um plano de previdência complementar para garantir uma aposentadoria mais confortável, por exemplo, veem o valor da poupança diminuir. Isso acontece porque cerca de 30% do patrimônio desses planos estão aplicados em ações.

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