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Petróleo fecha com leve alta de US$ 99,60 em Nova York Aumento resultou dos temores de que o Houston Ship Channel fique fechado por um tempo prolongado, após colisão entre duas embarcações

France Presse

Publicação: 24/03/2014 18:49 Atualização:

Nova York - As cotações do petróleo terminaram em leve alta em Nova York, nesta segunda-feira (24/3), por temores do fechamento por um tempo maior do que o esperado de um importante corretor de navegação no Golfo do México.

O barril do tipo "light sweet" (WTI) para entrega em maio ganhou 14 centavos, a US$ 99,60, no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Em Londres, o barril de Brent do mar do Norte para entrega em maio terminou em US$ 106,81, no Intercontinental Exchange (ICE), uma queda de 11 centavos em relação ao fechamento de sexta-feira.

Após uma abertura em alta, os preços do cru perderam parte de seus ganhos em Nova York ao final do dia.

O aumento resultou dos temores de que o Houston Ship Channel, importante corredor de navegação do porto de Houston (Texas, sul dos EUA), fique fechado por um tempo prolongado, após uma colisão entre duas embarcações. O acidente provocou o vazamento de 635 mil litros de combustível para calefação no Golfo do México.

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"Esperávamos sua reabertura desde o início da semana, mas parece que a situação não será solucionada tão rápido e teremos de esperar até o final da semana. O mercado está levando isso em consideração no preço", explicou Carl Larry, da Oil Outlook and Opinion.

"Isso atrasará os navios que tentarão entrar nos Estados Unidos, e algumas refinarias terão problemas imediatos de abastecimento de cru", destacou.

"Em nível mundial, o impacto do incidente não é gigantesco", destacou Bart Melek, da TD Securities.

Além disso, os operadores esperam que o relatório oficial semanal anuncie a nova alta de reservas de cru nos Estados Unidos da semana passada.

O mercado petroleiro, em especial o Brent, esfriou nesta segunda pela queda da produção manufatureira na China em março. A China é o segundo maior consumidor de petróleo.

Os operadores continuam temendo um impacto no mercado, no caso da escalada das tensões entre Ocidente e Rússia pela Crimeia e pela crise ucraniana.

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