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Setor de móveis sofre com endividamento das famílias e retração da economia

Os preços ao consumidor, que já tiveram alta de até 10% em 2013 por causa dos aumentos no valor da matéria-prima e dos ganhos salariais concedidos aos trabalhadores, vão subir um pouco mais

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postado em 25/03/2014 06:01

Diego Amorim - enviado especial


Erivelton Viana/Divulgação


Bento Gonçalves (RS) — Apesar de toda a euforia nos corredores, nos estandes coloridos e entre os milhares de visitantes, incluindo os estrangeiros, a maior feira de negócios do setor moveleiro do país começou ontem com empresários bastante apreensivos em relação ao desempenho da economia brasileira nos próximos anos.

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Já sentindo os efeitos do endividamento recorde das famílias e do consequente arrefecimento do consumo em seus negócios, executivos do setor se preparam para desacelerar a produção e aumentar os preços. Prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) — que ajudou a impulsionar as vendas e o faturamento — não está mais nos planos. A negociação com o governo federal não tem avançado, e o benefício deve mesmo acabar em junho deste ano, quando está previsto que a taxa volte aos 5%, mesmo patamar do início de 2010.

Os preços ao consumidor, que já tiveram alta de até 10% em 2013 por causa dos aumentos no valor da matéria-prima e dos ganhos salariais concedidos aos trabalhadores, vão subir um pouco mais. “O imposto é repassado integralmente”, avisou o presidente do Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), Henrique Tecchio, que, assim como representantes de outros setores, fala em demissões, caso o cenário pessimista se confirme.

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