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Governo aumenta impostos de cerveja, água, isotônicos e refrigerantes Governo não teve como adiar o ajuste, porque precisa de dinheiro para subsidiar a conta de luz

Bárbara Nascimento

Publicação: 31/03/2014 23:28 Atualização: 01/04/2014 08:32

Apesar da pressão contrária dos industriais, o governo bateu o pé e anunciou nesta segunda-feira (31/03) o aumento de impostos de cerveja, água, isotônicos e refrigerantes. A estimativa é de que os tributos (IPI, PIS e Cofins) tenham subindo 1,5%, o que ampliará a arrecadação do Tesouro Nacional em R$ 200 milhões até o fim do ano. Pelas contas dos especialistas, o impacto na inflação será de aproximadamente 0,1 ponto percentual.

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A meta do Ministério da Fazenda era ter elevado os impostos em outubro do ano passado. Mas, diante do risco de a inflação estourar o teto da meta, de 6,5%, optou-se por adiar o aumento para 1º de abril deste ano. O problema é que, também agora, a inflação está em disparada. Mas o governo não teve como adiar o ajuste, porque precisa de dinheiro para subsidiar a conta de luz. Não há quem convença a presidente Dilma Rousseff a abrir mão da redução do custo da energia, que ela quer apresentar como uma de suas principais bandeiras na campanha à reeleição.
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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: José Ferreira Ferreira
Porque não aumentou e muito impostos sobre cachaça e cigarros? | Denuncie |

Autor: GILMAR PEREIRA
não adianta energia barata sem não tem dinheiro para comprar cerveja para colocar na geladeira | Denuncie |

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