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Balança comercial brasileira tem março mais fraco desde 2001 No primeiro trimestre, o déficit acumulado está em US$ 6 bilhões, pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1994

Agência Brasil

Publicação: 01/04/2014 15:42 Atualização:

A balança comercial brasileira fechou março com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 112 milhões. O valor é resultado de US$ 17,628 bilhões em exportações contra US$ 17,516 bilhões em importações. Trata-se do pior resultado para março desde 2001, quando a balança teve déficit de US$ 276,1 milhões. No primeiro trimestre, o déficit acumulado está em US$ 6 bilhões, pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1994.

As informações foram divulgadas nesta terça-feira (1°/4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 927,8 milhões, valor 4% inferior ao patamar de março de 2013, mas 16,5% superior ao registrado em fevereiro de 2014. A queda das exportações em relação ao ano passado foi puxada pelo recuo nas vendas externas de produtos semimanufaturados (-19,6%) e manufaturados (-15,3%).

No primeiro grupo, diminuíram os ganhos com ferro fundido, ouro, açúcar, alumínio e óleo de soja brutos, semimanufaturados de ferro e aço e celulose. No segundo, os responsáveis pelo recuo foram óleos combustíveis, açúcar refinado, motores e geradores elétricos, autopeças, motores para veículos e partes, máquinas para terraplanagem, bombas e compressores, automóveis, papel e cartão.

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Os produtos básicos, por outro lado, impediram uma queda maior nas exportações. As vendas de itens não industrializados cresceram 9,5% na comparação com março do ano passado, principalmente em função de bovinos vivos, minério de cobre, soja em grão, farelo de soja, carne suína, carne bovina, café em grão e minério de ferro.

Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 921,9 milhões, 3,8% inferior à registrada em março de 2013 e 2,1% superior à de fevereiro deste ano. Na comparação com 2013, caíram os gastos com combustíveis e lubrificantes. Segundo nota do ministério, o motivo foi o recuo nos preços e na quantidade embarcada de petróleo, óleos combustíveis, gás natural, carvão e gasolina. Diminuíram também as importações de bens de capital, utilizados na indústria, e bens de consumo, como máquinas de uso doméstico, bebidas, tabaco, vestuário, móveis e automóveis.

O diretor do Departamento de Estatística e Apoio ao Comércio Exterior, Roberto Dantas, dará coletiva à imprensa nesta terça-feira para comentar os resultados da balança comercial em março.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: danie rodrigues cruz
DUAS RAPOSAS NO GALINHEIRO...TEMOS QUE DESCONFIAR DE TUDO, ATÉ MESMO DE UMA FRAUDE NAS URNAS...O CASEIRO DOS EUA SÓ GANHA SE ROUBAR AS ELEIÇÕES,UM FORJAMENTO COM OS INSTITUTOS DE PESQUISA DIZENDO QUE DILMA CAIU...UMA FARSA E AÍ É SÓ CONFIRMAR NAS URNAS...COM CERTEZA O VICIADO QUE É DA MÁFIA,FARÁ DE T | Denuncie |

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