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Brasil terá papel de coadjuvante em reunião do FMI

O país teve papel de destaque nas reuniões do FMI durante o auge da crise financeira global, mas agora não passará de mero coadjuvante

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postado em 05/04/2014 06:48

Rosana Hessel


Iano Andrade/CB/D.A Press - 20/2/14


Liderada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, a comitiva do governo brasileiro que vai ao encontro semestral do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, entre 11 e 13 deste mês, levará uma pauta limitada e um tanto escanteada. Em 2008, entre os membros do G20 (grupo das 19 principais nações desenvolvidas e emergentes, mais a União Europeia), o país teve papel de destaque nas reuniões do FMI durante o auge da crise financeira global. Mas, agora, não passará de mero coadjuvante.

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Especialistas reconhecem que a equipe da presidente Dilma Rousseff não tem muito o que mostrar atualmente no fundo, sobretudo devido ao baixo crescimento do país. “Essas coisas são cíclicas. O Brasil já foi o queridinho e perdeu o brilho porque tem feito muita força para que isso ocorra. Vai ser necessário um trabalho muito grande para reconstruir a confiança perdida”, destacou o economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central.

“O Brasil não tem grandes pautas para levar ao FMI. Até mesmo a discussão sobre guerra cambial, introduzida pelo ministro Mantega em reuniões anteriores, não tem mais como ser sustentada atualmente”, comentou ele. “O país é apenas mais um membro no FMI. Deixou de ter importância dentro do fundo. E parte disso é resultado da política externa paralela do governo Dilma, que se afasta de parceiros como os Estados Unidos”, destacou o economista Felipe Chad, sócio da DXI Consultoria.

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