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Petróleo fecha em alta de US$ 103,74 em Nova York nesta sexta-feira

Vários elementos levam os investidores a esperar um maior consumo energético nos Estados Unidos nas próximas semanas e meses, segundo o analista independente Andy Lipow

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postado em 11/04/2014 19:05

France Presse

Nova York - O petróleo terminou em alta nesta sexta-feira em Nova York, em um mercado estimulado pela esperança de um aumento da demanda de cru nos Estados Unidos e atento à evolução da situação na Líbia. O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em maio ganhou 34 centavos no New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 103,74.

Em Londres, o barril de Brent do mar do Norte para entrega em maio terminou a US$ 107,33 no Intercontinental Exchange (ICE), uma queda de 13 centavos em comparação ao fechamento de quinta-feira.

Vários elementos levam os investidores a esperar um maior consumo energético nos Estados Unidos nas próximas semanas e meses, segundo o analista independente Andy Lipow. "Chegamos ao fim do período de manutenção das refinarias e sua taxa de utilização deve aumentar com a proximidade da temporada dos grandes deslocamentos de automóvel", disse.

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O anúncio nesta sexta de um aumento maior do que o esperado da confiança dos consumidores em abril, segundo o índice da Universidade de Michigan, também é um bom presságio para o consumo energético. Além disso, os atores do mercado se mantiveram atentos à situação na Líbia.

Nesta sexta, o secretário-geral da Opep disse acreditar que a Líbia voltará a produzir um milhão de barris diários a partir de meados de junho, depois da suspensão do estado de força maior no porto de Al Hariga (leste), bloqueado há nove meses por rebeldes separatistas.

Os observadores do mercado se mostram prudentes, porém, porque nos últimos meses algumas tentativas de resolver o conflito entre o governo e os rebeldes fracassaram.

Os bloqueios instalados pelos rebeldes desde julho em diferentes instalações petroleiras líbias provocaram uma queda da produção para 250 mil barris por dia contra cerca de 1,5 milhão em situação normal.

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