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Operários das obras do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, mantêm greve

Os operários pedem, entre outras coisas, aumento do tíquete assiduidade, que é um vale compras pago a quem não falta ao trabalho, de R$ 180 para R$ 300

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postado em 14/04/2014 16:11 / atualizado em 14/04/2014 16:14

Agência Brasil

Os operários da concessionária Rio Mais, responsável por parte das obras do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio, decidiram manter a greve iniciada no último dia 3. Os 2.300 funcionários aderiram e a obra está paralisada.

De acordo com o sindicato dos trabalhadores, na reunião de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho, no dia 9, ficou acordado que os operários voltariam ao trabalho se a empresa chamasse para uma reunião até sexta-feira (11/4). Como isso não ocorreu, eles decidiram, nesta segunda-feira (14/4), manter a greve e marcaram para esta terça-feira (15/4) uma manifestação na Avenida Abelardo Bueno, em frente às obras.

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Os operários pedem aumento do tíquete assiduidade, que é um vale compras pago a quem não falta ao trabalho, de R$ 180 para R$ 300, pagamento de hora extra em 100%; plano de saúde extensivo à família e programa de produtividade, que pagaria um adicional para o trabalhador que atingisse uma meta fixada.

A concessionária Rio Mais informa que não apresentará contraproposta aos trabalhadores e aguarda decisão da Justiça quanto à greve. Formada pelas construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, a concessionária é responsável pela construção dos pavilhões que receberão as competições de basquete, judô e lutas, além de um hotel. O investimento total, por meio de parceria público privada, é R$ 1,4 bilhão.

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