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Governo federal propõe aumento de salário mínimo para R$ 779,79

Na PLDO, o governo se compromete a economizar R$ 143,3 bilhões, ou 2,5% do PIB, para o pagamento de juros da dívida pública

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postado em 15/04/2014 11:17 / atualizado em 15/04/2014 12:48

Rosana Hessel , Bárbara Nascimento

O salário mínimo, em 2015, será de R$ 779,79 - aumento de 7,71% em relação a este ano. Essa é a proposta do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), apresentada nesta terça-feira (15/4) pelos ministérios do Planejamento e da Fazenda.

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A previsão do governo é de alta de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano. Apesar do pessimismo do mercado e do aumento das projeções de inflação para 2014 e 2015, a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff vai na contramão e estima que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terá variação de apenas 5% em 2015.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, assegurou que as projeções feitas na LDO de 2015 são mais realistas e refletem o compromisso da presidente Dilma Rousseff para o futuro. “Vamos perseguir superávits maiores, porém, mais realistas e que vão permitir a redução da dívida (pública)”, disse ele, durante a entrevista coletiva na sede do Ministério do Planejamento.

“Se o crescimento for maior, faremos um superavit maior. Não queremos apresentar agora porque é imponderável”, alegou ele sinalizando que, quando o país voltar a registrar um crescimento de 4%, o governo voltará a projetar novamente um superavit primário de 3,1%.

Na PLDO, o governo se compromete a economizar R$ 143,3 bilhões, ou 2,5% do PIB, para o pagamento de juros da dívida pública. Essa meta terá abatimento de até R$ 28,7 bilhões referentes aos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com isso, a meta do superávit primário mínimo será de 2% do PIB ou R$ 114,7 bilhões.

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