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Suco de laranja perde espaço no mercado para energéticos e água saborizada

Associação de exportadores tenta combater a queda do consumo do produto nos Estados Unidos e em países da Europa

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postado em 21/04/2014 07:00 / atualizado em 20/04/2014 22:46

Diego Amorim



O suco de laranja está perdendo a briga para energéticos, águas saborizadas, complexos vitamínicos e outros produtos que invadiram o mercado. Responsáveis por 50% da produção mundial da fruta e por 80% de toda a comercialização de suco no planeta, industriais brasileiros decidiram reagir com mais firmeza para tentar estancar a queda do consumo da bebida nos Estados Unidos e em países da Europa, destino de quase toda a produção brasileira.

A preocupação aumentou depois que os empresários tiveram acesso a dados preliminares do ano passado. Os números, ainda não divulgados oficialmente, devem indicar que a demanda norte- americana segue ladeira abaixo, além de uma estagnação no continente europeu. Entre 2002 e 2012, o consumo mundial da fruta caiu de 2,4 milhões para 2,1 milhões de toneladas de suco concentrado — recuo de 14,2% —, apresentando tendência de queda contínua.

Destrinchando as estatísticas, chega-se à conclusão de que, por ano, têm sumido do mercado algo em torno de 7,8 milhões de caixas de laranja. “É uma situação bastante complicada, mas dá para ser revertida”, acredita Ibiapaba Netto, diretor executivo da CitrusBR, formada por três gigantes do setor: Cutrale, Louis Dreyfus Commodities e Citrosuco. Juntas, as empresas, sediadas em São Paulo, faturam anualmente cerca de US$ 2,5 bilhões.

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