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Brasil deve crescer menos que a média da América Latina, diz FMI FMI reafirma que o país ficará para trás em relação aos demais emergentes e à economia global, neste ano e em 2015. E diz que, mesmo com alta de juros, inflação não deve ceder

Publicação: 25/04/2014 08:19 Atualização:

Análise da equipe comandada por Christine Lagarde foi contestada por secretário do Ministério da Fazenda (Paul J. Richards/AFP Photo)
Análise da equipe comandada por Christine Lagarde foi contestada por secretário do Ministério da Fazenda

De nada adiantaram as queixas do governo contra as previsões negativas que o Fundo Monetário Internacional (FMI) tem feito sobre a economia brasileira. Nessa quinta-feira (24/4), o organismo reafirmou que, neste ano e no próximo, o país deverá crescer menos do que a média da América Latina e do resto do mundo. De acordo com o diretor da instituição para o Hemisfério Ocidental, Alejandro Werner, até 2019, a perspectiva para o Brasil e para a região é de níveis de expansão mais baixos do que no período marcado pelo boom internacional do preço das commodities, entre 2002 e 2011.

O diagnóstico consta do relatório “Perspectivas econômicas das Américas, desafios crescentes”, divulgado ontem em Lima, no Peru. “O crescimento da América Latina em 2014 deve ser o menor dos últimos 11 anos, excluindo 2009, que foi marcado pela crise financeira internacional”, disse Werner. Em 8 de abril, o FMI havia previsto que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil não passará de1,8% neste ano, apresentando alguma melhora em 2015, quando a taxa deverá subir para 2,7%.

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São desempenhos bem inferiores aos previstos para a região (2,5% neste ano), para a economia global (3,6%) e para os demais emergentes (4,9%). Na época, o governo manifestou desapontamento com as análises da equipe dirigida pela diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde. O secretário de Política Econômica, Márcio Holland, disse que o fundo estava “olhando para trás” em suas análises sobre o Brasil, tomando por base indicadores do último trimestre de 2013, que foram, efetivamente, ruins, mas já estariam sendo superados.

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