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Em dois meses, Tesouro Nacional empresta R$ 11,2 bilhões ao setor elétrico A incapacidade do governo brasileiro de tirar do papel obras que ampliem a oferta de eletricidade empurra o Brasil para o racionamento

Simone Kafruni

Publicação: 05/05/2014 08:43 Atualização:

O atual caos elétrico do país, com ameaça concreta de racionamento, é o retrato mais fiel do apagão de planejamento do governo. Apenas nos últimos dois meses, o setor precisou do socorro bilionário do Tesouro Nacional, de um empréstimo inédito de R$ 11,2 bilhões concedido por um consórcio bancário e de um leilão emergencial de energia para reduzir a exposição das distribuidoras aos altos preços praticados no mercado de curto prazo. Esse sufoco poderia ter sido evitado ou reduzido se pelo menos os projetos de geração e transmissão de energia, previstos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), não estivessem atrasados ou parados. Só por meio de hidrelétricas, o país poderia estar gerando mais 20.359 mil megawatts.

Sem espaço para manobras, as autoridades tiveram de apelar à criatividade para superar os desafios colocados pela combinação de consumo elevado e perda na capacidade do parque hidrelétrico em razão do longo período de seca. O grande legado do modelo criado pela presidente Dilma Rousseff, um esquema de segurança baseado em termelétricas, sucumbiu à realidade, e os elevados custos das usinas a carvão, diesel e gás estão definitivamente incorporados à matriz energética brasileira.

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